segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ronaldo bate meta e termina Medida Certa com cerca de 101 kg (Postado por Lucas Pinheiro)

 Quantos quilos Ronaldo perdeu? E a barriga? Foi embora? Está na medida certa?

Percentual de gordura
Márcio Atalla orienta o teste. Primeiro, confere um resultado superimportante, que diz respeito ao percentual de gordura que ele perdeu - não é o peso, é a quantidade de gordura. Três meses atrás, Ronaldo tinha 25,5% de gordura no corpo. Agora, tem 15%. Ele bateu a meta. Parabéns, Ronaldo!

Cintura
Agora, o teste da cintura. O que mais chama a atenção é como a barriga dele diminuiu nesses três meses. No início do projeto, Ronaldo tinha 107 centímetros de cintura. Hoje, a cintura do Ronaldo é de 93 centímetros. É um resultado excepcional. São quatro furos no cinto. Parabéns, Ronaldo, mais uma vez!

Peso
Agora, Ronaldo encara a balança. No início do Medida Certa, nós pesamos o Ronaldo, e o marcador da balança acusou: 118 quilos e 400 gramas. Uma meta foi estabelecida. Ronaldo deveria chegar, hoje, pesando 104 quilos. Já ele foi mais ousado. Disse que perderia 18 quilos. Será que ele conseguiu? Ronaldo se pesa: 101,05 kg.

Massa muscular
Ronaldo perdeu gordura, mas ganhou massa muscular. Com a sequência de exercícios nesses três meses, ele ganhou três quilos e 400 gramas de massa muscular.


sábado, 15 de dezembro de 2012

'Acordo a cada dia melhor', diz jovem de BH após eliminar 62 kg (Postado por Lucas Pinheiro)

 Com 22 anos e 62 kg a menos na balança, o jovem Guilherme Pinheiro Rosa segue um estilo de vida saudável, com uma rotina diária de exercícios físicos e alimentação balanceada.

“Acordo a cada dia me sentindo melhor, me sentindo cada vez mais saudável”, conta o mineiro de Belo Horizonte, que já chegou a pesar 139 kg aos 20 anos. “Quando pensei em mudar de vida, pensava mais na estética, não ligava muito para a saúde como eu ligo hoje”, lembra.

A decisão de mudar os hábitos veio quando as roupas começaram a ficar apertadas e a visão do espelho já não agradava mais. “Eu percebia que estava engordando, mas não caía a ficha que precisava emagrecer. Comecei a me achar feio nas fotos e resolvi mudar”, conta.

O excesso de peso começou a aparecer depois dos 16 anos, quando Guilherme almoçava sozinho em casa e optava sempre pela combinação miojo e refrigerante. “Fazia minha própria alimentação, independente do que meus pais comiam”, lembra. Fora isso, ele fazia poucas refeições por dia em grandes quantidades, o que o levava sempre aos excessos.

 Em fevereiro de 2011, o mineiro procurou uma academia para começar, mas ainda não havia mudado a alimentação. “Já tinha feito academia, fiquei 2 meses só e não ia todos os dias”, lembra. Mas dessa vez, ele já começou de um jeito diferente, com um novo pensamento e uma nova determinação. “Os primeiros 6 meses são os mais importantes para ver se a pessoa vai continuar mesmo. Eu fui gostando cada vez mais, comecei indo 3 vezes por semana e depois passei a ir de segunda a sábado”, afirma.

Porém, os treinos de Guilherme eram sempre focados na musculação, nunca nos exercícios aeróbicos. “Vi que não estava perdendo peso, então percebi que precisava começar a correr e mudar também minha dieta”, lembra. Até o momento que fez apenas exercícios, ele conseguiu perder 19 kg. Quando aliou a alimentação à atividade física, inclusive a aeróbica, o resultado veio muito mais rápido. “Foi aí que comecei a perder peso mesmo”, afirma.

 Com a ajuda de uma nutricionista, ele passou a comer melhor, a mastigar melhor, a beber muita água e a fazer várias refeições ao dia. “Hoje eu como sete vezes por dia. Depois que fui à nutricionista, não comi mais pizza, miojo, frituras e refrigerante”, conta. Além disso, ele cortou também a cerveja e passou a comer mais frutas e salada. “No começo, era difícil. Mas foi ficando fácil com o tempo”, avalia.

Outra dificuldade que Guilherme teve foi dentro da própria casa, onde a alimentação da família não mudou e ele teve que se adaptar. “Via meus pais comendo e às vezes dava uma escapada, mas hoje sei me segurar. Tem biscoito recheado em casa e eu não como. Falo para o meu pai comprar alimentos saudáveis para mim e faço a minha dieta”, diz. Com o pensamento saudável, o jovem diz que tenta influenciar os pais. “Eu digo que eles comem errado, mas não adianta nada falar se a pessoa não quer mudar”, avalia Guilherme.

Querer mudar, inclusive, foi determinante para o mineiro atingir o sucesso e conseguir recuperar a forma física e a saúde. “Acreditei em mim, sabia que eu ia conseguir, mas não imaginei que seria tão rápido”, revela. Atualmente, com 77 kg, ele ficou mais confiante e mais disposto. “A cada dia que passa, eu me sinto mais saudável. Não adianta só saber o que tem que fazer e ter preguiça de fazer. Tem que saber e fazer, tem que ter determinação”, recomenda.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Mulher acima do peso se demite do trabalho e culpa 'bullying' dos colegas (Postado por Lucas Pinheiro)

Uma mulher de Cubatão (SP) resolveu tomar uma medida radical e pedir demissão após ser alvo constante de brincadeiras entre os colegas de trabalho. Anna Flávia Gomes, de 28 anos, afirma ter sofrido diversas formas de bullying e, por isso, optou por sair da empresa para tentar melhorar a auto-estima, destruída pelos colegas.

 Anna Flávia, que trabalhava como analista de Recursos Humanos, conta que era alvo constante das 'brincadeiras' dos colegas. "Comecei a ficar cada fez mais estressada. Por estar acima do peso, ouvi muitas coisas ruins. Tive que me afastar de muita gente por causa dessas coisas. Algumas pessoas entravam na minha sala só para perguntar se eu tinha alguma comida. No começo não levava as coisas na malícia. O problema é que começaram a me rotular de 'comilona' só porque eu estava acima do peso. Com o tempo as coisas foram piorando e até passavam meu serviço adiante falando que as outras pessoas andavam mais rápido do que eu", reclama.

As cada vez mais constantes brincadeiras fizeram com que com que Anna Flávia começasse a se isolar cada vez mais dentro da empresa. "Eu me sentia desmotivada. Procurei outra empresa para trabalhar. Em determinado momento nem ia mais almoçar no restaurante. Era comum as pessoas fazerem piadas relacionadas ao quanto eu comia. Comecei a comer lanches e engordei cada vez mais, só para comer sozinha. Nas festas de final de ano era outro problema. Sempre alguém vinha e comentava o quanto eu tinha engordado de um ano pro outro. O meu lado social ficou bastante abalado por causa disso.

 Antes de se demitir, Anna Flávia tentou reverter a situação e se matriculou em uma academia de ginástica, mas também sentiu o preconceito no local. “Cheguei a entrar na academia com a minha irmã que é mais nova e mais obesa do que eu, mas no horário que a gente ia só tinha nós duas acima do peso. E não tinha um tratamento como as outras pessoas. As pessoas estão na academia para ganhar corpo. Às vezes a gente fica mais ofegante, precisa de mais um incentivo, igual ao que o instrutor está dando para outra pessoa. Só para eu e minha irmã ele não dava atenção igual. Ao invés de me ofender, eu me culpei. Fiquei pensando que se eu fosse magra o tratamento seria diferente", afirma Anna.

Além das brincadeiras de mau gosto, a analista de RH lamenta pelos prejuízos profissionais. ”Eu procuro não sofrer. Na escola era pior, mas no serviço, se eu sofrer por isso não vou conseguir ir trabalhar. No serviço, por mais que você saiba que as pessoas vão comentar, ou vão rir, ou vão por apelido, você tem que ir, motivado ou não. Tem que levantar e ir trabalhar. Isso é o mais difícil. Pelo que eu estudei, se eu tivesse outro porte físico eu poderia estar melhor. Eu já fui em entrevistas que você percebe que está sendo analisado pela sua fisionomia. Você vai ter que representar a empresa na matriz e eles querem uma pessoa modelo”, finaliza.

Pedir demissão não resolve o problema
De acordo com a psicóloga e pedagoga Flávia Henriques, o caso de Anna Flávia é clássico, típico em pessoas que sofrem por não conseguirem enfrentar as situações. Flávia explica que os colegas de trabalho devem ter percebido a fraqueza da vítima e, por isso, acabaram fazendo esse tipo de agressão. “Ninguém tem o direito de agredir outra pessoa, nem verbal, nem fisicamente. A agressão verbal é mais difícil de provar. O que a pessoa agredida pode fazer é denunciar a agressão, ou falando com o próprio agressor, ou, no caso de bullying no trabalho, passando o caso para o superior”, explica.

A psicóloga conta também que a pessoa agredida deve se impor e enfrentar a situação. “Assim como as crianças saem da escola e pessoas abandonam famílias, a vítima de bullying pode acreditar que abandonar o emprego resolva seu problema, mas não é assim. Sem enfrentar, ela sempre vai ser vítima”. Flávia lembra que o agressor também costuma ter problemas. “Os problemas dos agressores, às vezes, são mais sérios do que os apontados pelas vítimas”, finaliza.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Crianças e jovens apresentam mais excesso que falta de peso, diz IBGE (Postado por Lucas Pinheiro)

 As crianças e adolescentes brasileiros têm, em média, mais excesso de peso que déficit de massa corporal, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quarta-feira (28). De acordo com o relatório, 33,5% das crianças de 5 a 9 anos estão com sobrepeso, contra 4,1% com déficit de massa corpórea.

Chamado de Síntese de Indicadores Sociais 2012, o estudo reuniu dados de levantamentos anteriores do instituto, como a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2008 e 2009 - último período em que o estudo foi realizado - e a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense).

Entre os jovens com 10 a 19 anos, um quinto ou 20,5% deles apresentam sobrepeso, contra 3,4% com "magreza" excessiva, indica o estudo. Os números sobre excesso de peso são preocupantes, diz a pesquisadora Bárbara Cobo, da área de indicadores sociais do IBGE e uma das responsáveis pelo estudo.

 Bárbara avalia que a alimentação desequilibrada e a pressa para comer são características do mundo dos adultos que também afetam os jovens. "Você precisa mudar os hábitos nas escolas, mas também em casa, precisa ser um trabalho em conjunto nos dois ambientes", diz.

Os temas da merenda e dos alimentos saudáveis na rede escolar têm sido muito debatidos, mas marecem atenção, afirma a pesquisadora.

A obesidade (estágio superior ao sobrepeso) também foi destacada no relatório recém-lançado. Pelo menos 11,8% das meninas e 16,6% dos meninos entre 5 e 9 anos foram considerados obesos, segundo o IBGE. No grupo de 10 a 19 anos, 4,9% das crianças apresentaram quadro de obesidade.

Nas escolas
A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), que integra o relatório, aponta que 16% dos jovens no 9º ano do ensino fundamental estavam com sobrepeso quando o estudo foi realizado, em 2009. Já o déficit de massa corporal atingia só 2,9% destes jovens, número bem menor do que os com excesso de peso. Outros 7,2% estavam obesos.

A pesquisa avalia o estado nutricional dos estudantes de todas as capitais brasileiras, segundo o IBGE. Apesar de as amostras analisadas serem distintas, o instituto afirma, no relatório recém-divulgado, que "os dados [da Pense] são coerentes com aqueles captados para o grupo de 10 a 19 anos de idade investigado na POF 2008-2009".

Dados regionais
A capital com maior número de estudantes do 9º ano do ensino fundamental acima do peso é Porto Alegre (20,1%), diz o IBGE. Na sequência estão Rio de Janeiro (18,3%) e Florianópolis (17,2%).

No caso das crianças de 5 a 9 anos, faixa analisada na POF, o excesso de peso é mais comum nas regiões Sudeste (39,7%), Centro-Oeste (37,9%) e Sul (36,3%). A situação é parecida com a encontrada entre os jovens de 10 a 19 anos - o sobrepeso é maior nas regiões Sul (26,9%), Sudeste (24,4%) e Centro-Oeste (23,9%), de acordo com o IBGE.

Dengue e mortalidade infantil
O relatório aponta outras informações sobre a saúde dos brasileiros. Segundo o Datasus, houve queda de 9,6% na taxa média nacional de incidência da dengue, entre 2001 e 2009. Em 2001, foram 226 casos por 100 mil habitantes, contra 204,3 casos por 100 mil habitantes em 2009.

No Brasil, 52,2% das mortes de crianças menores de um ano concentravam-se na primeira semana de vida, em 2009, e 31,4% no chamado período pós-neonatal (com 28 dias ou mais), ainda de acordo com o IBGE.

No caso da mortalidade de crianças recém-nascidas, a chamada mortalidade neonatal (que ocorre até os primeiros 27 dias de vida), o Brasil atingiu índice equivalente ao da média da América Latina (dez mortes para cada 100 mil nascimentos), em dados da Unicef de 2011 reunidos no relatório recém-lançado.

O país, no entanto, registrou o dobro de mortalidade de crianças com até 27 dias de países vizinhos, como Chile e Uruguai (cinco mortes para cada 100 mil nascimentos), e mais do que a Argentina  (sete mortes para cada 100 mil). Para a pesquisadora, houve grandes avanços no combate à mortalidade infantil no Brasil, mas é possível melhorar ainda mais os indicadores de mortalidade neonatal. "Poderia haver mais investimentos na rede [de saúde] para assistência a mulheres grávidas, por exemplo", avalia.

Aids
A incidência de Aids no Brasil manteve-se constante entre 2001 e 2008, segundo os dados do Datasus compilados no relatório. O IBGE, no entanto, chama a atenção para o aumento da doença no Norte e no Nordeste, com elevação de 108,3% e 52,4% dos casos registrados, respectivamente, em cada uma das regiões. O crescimento da incidência da doença se deu de forma mais significativa entre as mulheres, de acordo com o instituto.

No caso da tuberculose, houve uma redução na incidência de 10,3% no país entre 2001 e 2009, segundo os dados do relatório.

sábado, 3 de novembro de 2012

Após passar mal, mulher de 40 anos muda hábitos e perde 20 kg: 'renasci' (Postado por Lucas Pinheiro)

 Há um ano, Sandra Maria Passos Magalhães, de Tapiratiba, no interior de São Paulo, chegou em casa após o trabalho e sentiu muita falta de ar e formigamento intenso nos braços. “Achei que estava tendo um infarto”, lembra a telefonista.

Na época com 84 kg, ela decidiu usar o episódio como um estímulo para iniciar uma mudança que vinha adiando há muito tempo.

“Não tinha noção de que estava muito acima do peso. Naquele dia, me dei conta que estava sendo prejudicada”, avalia. Sandra mudou completamente sua alimentação, entrou na academia e começou uma rotina regrada, o que a fez sair dos 84 kg para os 64 kg. “Eu renasci. Usava roupas de tamanho 50 e passei para o manequim 38/40”, conta satisfeita.

Cansada de tantas tentativas fracassadas de perder peso, ela relata que a mudança de cabeça foi determinante nesse processo. “Eu me conscientizei que tinha que mudar e, por isso, consegui”, analisa. Com a mente no lugar, determinação e força de vontade, ela iniciou sua luta para mudar seus hábitos e adotar uma vida saudável.

O primeiro passo foi adquirir o hábito de se alimentar a cada 3 horas e fazer substituições na dieta: os pães brancos deram lugar aos integrais, o arroz branco também deu lugar ao integral, as carnes gordas foram trocadas pelas carnes magras e o refrigerante perdeu espaço para a água. “Minha alimentação era totalmente errada. Eu só almoçava, beliscava o dia inteiro e não tinha hábito de comer frutas”, lembra.

    
 Por causa do trabalho como telefonista, grande parte do dia de Sandra é sentada. “Mesmo depois de chegar em casa, eu ia do sofá para a cama e da cama para o sofá. Além disso, quando chegava, comia dois pães brancos com presunto e queijo”, conta. Por ficar parada por muito tempo na mesma posição, ela começou a sentir as pernas inchadas, incômodo que desapareceu após seu emagrecimento.

“Sentia muita queimação no estômago também, não podia comer uma banana. Hoje não sinto mais nada”, diz. Para se manter firme na mudança, Sandra envolveu toda a família. “Em casa, todo mundo mudou também. Minha filha entrou na academia comigo, isso foi um incentivo para continuar”, avalia.

Com a companhia da filha, ela passou a se exercitar três vezes por semana, intercalando atividades aeróbicas com musculação. “Já tinha tentado começar na academia várias vezes, mas não consegui em nenhuma delas porque minha cabeça não tinha mudado”, afirma.

 Sandra foi incentivada também por histórias mostradas no Bem Estar, de pessoas que mudaram a vida e conseguiram emagrecer. “Achava que não tinha condições de perder peso, mas posso afirmar com orgulho que venci”, diz. “As pessoas me perguntam se eu tomei remédio e eu digo que tomei um remédio chamado ‘vergonha engarrafada’”, brinca.

Agora, um ano depois e 20 kg a menos na balança, ela acredita que a mudança foi definitiva. “Não quero mais aquela vida que tinha. Vou continuar na luta para me manter saudável”, conclui.

sábado, 1 de setembro de 2012


48% da população brasileira está acima do peso

quarta-feira, 27 de junho de 2012



PRINCIPAIS MANCHETES DE HOJE NO BRASIL E NO MUNDO 





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