quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Tomar café sem açúcar ajuda a queimar calorias

domingo, 18 de janeiro de 2015

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Um semente que a pouco tempo entrou no cardápio de alguns brasileiros e agora tem ganhado o país e o gosto das pessoas é a Chia. A Chia é uma semente de origem Maia, da região sul do México e que na língua daquele antigo povo significa força, energia. Realmente, os maias sabiam oque diziam pois a Chia é uma semente rica em ômega 3 que fortalece o coração, ajuda a emagrecer com saúde e ainda mantêm o corpo hidratado.
Quer saber mais sobre ela e seus principais benefícios? Então fique com a gente e veja os benefícios da Chia na sua vida!

  Mais cálcio que o leite
Imagine um produto que possui mais cálcio que o leite? Pois é, a Chia tem! Quem tem problemas de intolerância ou alergia ao leite, com certeza vai se fazer com a chia que possui quase o dobro de cálcio que o leite tem. Quem já está indo para a terceira idade, começar a desde já usar chia na alimentação é sem dúvida uma forma de evitar a osteoporose na
terceira idade.


Mais ferro que o espinafre

Você sempre quer ver seu filho forte e saudável e compra espinafre para fazê-lo comer né? Então, só que o espinafre não é aceito por todas as crianças, portanto a chia nessa hora ajuda e muito a fazer o ferro ser absorvido pelo organismo e até mais do que o espinafre e feijão possuem. Com certeza seu filho vai gostar bem mais!

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Ômega 3

Desde que foi descoberto, o ômega 3 se tornou o salvador dos corações mais frágeis. A Chia possui mais de 400% de ômega 3 em apenas uma simples porção! Isso significa que seu coração estará mais seguro contra doença cardíacas sérias e com uma pressão arterial sempre na medida.


Vitamina A

A cenoura é rica e betacaroteno que faz ela ter aquela corzinha alaranjada e também pode te auxiliar a ter um bronze na praia e é amplamente associada a ser ótima para a visão. Mas a Chia também possui vitamina A e pra quem não curte comer uma cenourinha, com certeza a chia fará muito sucesso e pra sua visão.         

 
>>Leia também:
Dieta da Chia - cardápio completo para você perder 6kg em 7 dias


Contra os Radicais livres

A chia pode ser considerada mais um alimento perfeito para combater o envelhecimento precoce. Ela também possui antioxidantes que combatem o envelhecimento das células, um dos principais fatores para o aparecimento de doenças graves como câncer e doenças cardíacas. Além disso, deixa a pele mais firme e lisa e até já está sendo pesquisada e usada em cosméticos contra o envelhecimento no mundo todo.


Potássio contra câimbras

Pra quem já cansou de comer tanta banana pra evitar as famosas câimbras, agora poderá encontrar na chia um poderoso aliado contra esses problemas musculares.


Combate a diabetes

A diabetes é uma doença que tem matado muitos brasileiros nos últimos anos. Por conta disso muitas pessoas tem usado remédios para baixar os níveis de glicemia no sangue, mas os resultados tem aparecido mesmo quando se assegura a chia ao cardápio.
A chia reduz os níveis glicêmicos no sangue e deixa a pessoa mais saciada, evitando assim que haja muito consumo de alimentos e consequentemente obrigue o organismo a produzir insulina que no caso dos diabéticos é zero ou descontrolado. Pra quem quer evitar ter o problema, a chia dá uma mão pra evitar o problema ao longo dos anos.
A chia pode ser usada na forma de grãos, farinha ou óleo e independente do tipo a ser usado de chia, todos eles oferecem saúde e qualidade de vida a quem começa a se alimentar com essa semente rica em saúde.

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sábado, 17 de janeiro de 2015

Inatividade mata mais do que a obesidade

Um estudo desenvolvido no Reino Unido concluiu que a falta de exercício é mais perigosa do que a obesidade

Por: Redação / MC    |   ontem às 21:53
 
A falta de exercício mata o dobro de pessoas que a obesidade, diz um estudo da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que demorou 12 anos a desenvolver e inquiriu mais de 300 mil pessoas. 

Os investigadores registaram cerca de 676 mil mortes por ano por causa da inatividade, enquanto o excesso de peso registou 337 mil.

Foi concluído que pelo menos 20 minutos diários de caminhada poderiam gerar benefícios substanciais. Os especialistas afirmam ainda que o exercício físico é benéfico para pessoas de qualquer peso.
«Vinte minutos de atividade física, o equivalente a uma caminhada rápida, é algo possível de incluir em qualquer trajeto para o trabalho, ou em intervalos de almoço, ou à noite, em vez de assistir TV», sugere, Ulf Ekelund, um dos investigadores envolvidos no estudo. 
A obesidade e o sedentarismo andam de mãos-dadas. No entanto, as pessoas mais magras têm maior risco de problemas se forem inativas. As pessoas obesas que fazem exercício já têm melhores condições de saúde.

O estudo, publicado no «Amerixam Journal of Clinical Nutririon», apresenta os perigos da obesidade e da inatividade. Os investigadores acompanharam 334 161 europeus, num período de 12 anos, e avaliaram o peso e a medida de cada pessoa que morreu, vítima destas causas. 
«O maior risco está associado aos classificados como inativos, sejam com peso normal, sobreposto ou obesidade», disse Ekelund à BBC.
O investigador afirma que eliminar a inatividade na Europa baixaria as taxas de mortalidade em cerca de 7,5%, ou 676 mil mortes. Eliminar a obesidade reduziria a mortalidade em apenas 3,6%.
«Mas não acho que esta realidade seja anulada. Também nos  devemos esforçar em reduzir a obesidade e a atividade física deve ser reconhecida como uma estratégia importante da saúde pública», acrescentou o investigador.
As consequências da inatividade e da obesidade são na maioria as mesmas, como a doença cardiovascular. No entanto, a diabetes tipo 2 é mais comum entre os obesos. 




EM BAIXO: Obesidade (Reuters)
Obesidade (Reuters)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Obesos podem viver menos oito anos

E começar a ter doenças 19 anos mais cedo do que a média

Por: Redação / VC    |   há 34 minutos
 
As pessoas obesas podem viver menos oito anos do que a esperança média de vida, por causa da doença. É o que revela um estudo da revista médica «The Lancet» que adianta, ainda, que há maior probabilidade de estas pessoas sofrerem de outras doenças 19 anos mais cedo do que a média. 

Investigadores do Instituto de investigação do centro de saúde da Universidad McGill de Montreal, no Canadá, dirigido por Steven Glover, elaboraram um modelo informático da incidência de doenças segundo o peso, com dados retirados de um estudo sobre alimentação e saúde, realizado nos EUA, nota a Lusa.
«O nosso modelo informático prova que a obesidade está associada a um risco mais alto de desenvolver doenças cardiovasculares e diabetes que, em média, vão reduzir drasticamente a esperança de vida das pessoas e os seus anos de vida saudável»

Os cientistas calcularam o risco de contrair diabetes e doenças cardiovasculares para adultos com pesos diferentes. Depois, analisaram o efeito do peso a mais e da obesidade nos anos de vida perdidos e nos anos com saúde perdidos nos adultos dos EUA, com idades entre 20 e 79 anos, comparados com pessoas com peso normal.

A investigação revelou que as pessoas com peso a mais, correspondente a um índice de massa corporal (IMC) de 26, perdiam de zero a três anos de expetativa de vida, conforme a idade e o género.

As pessoas obesas (IMC de 30) perdiam entre um a eis anos, enquanto a muito obesas (IMC de 35) tinham as suas vidas reduzidas entre um e oito anos, comparado com pessoas com um IMC ajustado à sua altura e dimensões.

Considera-se que um IMC abaixo de 18,5 indica desnutrição ou algum problema de saúde, enquanto um acima de 25 revela peso a mais. Acima de 30 há obesidade leve e de 40 obesidade pesada

Segundo o estudo, o efeito do peso a mais na perda dos anos de vida é maior entre os jovens com idades entre 20 e 29 anos, tendo ascendido mesmo a 19 anos em dois casos de obesidade extrema, diminuindo com a idade.

O excesso de peso reduz a esperança de vida, mas também os anos com vida saudável, definidos no estudo como os anos sem doenças associadas ao peso, como a diabetes de tipo 2 e as doenças cardiovasculares.
«O quadro está claro: quanto mais uma pessoa pesa e quanto mais jovem é, maior é o efeito na sua saúde, pois tem mais anos à frente em que os maiores riscos de saúde associados à obesidade podem ter um impacto negativo na sua vida»

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Médicos britânicos querem indicação de calorias em bebidas alcoólicas

  • Há 1 hora
Governo britânico e Comissão Europeia vão analisar possibilidade de incluir calorias em rótulos de bebidas
Médicos britânicos afirmam que bebidas alcoólicas vendidas no país deveriam ter uma indicação das calorias que contêm para reduzir a obesidade na Grã-Bretanha.
Os membros da Sociedade Real para Saúde Pública alertam que um copo grande de vinho pode conter cerca de 200 calorias, o mesmo de uma rosquinha doce recheada.
A secretária britânica de Saúde Pública, Jane Ellison, afirmou que já foram alcançados "grandes avanços" na colocação das calorias em rótulos de alimentos e o governo também vai analisar a questão das bebidas alcoólicas.
"É muito positivo ver que as pessoas querem mais informações que as ajudem a levar uma vida mais saudável. Fizemos grandes avanços nos rótulos de alimentos e os clientes agora podem ver as calorias que estão consumindo em muitos produtos."
"Já é possível para os produtores e revendedores de bebida alcoólica mostrarem o conteúdo calórico em seus rótulos, mas nós vamos continuar a analisar o que mais pode ser feito para ajudar as pessoas a fazerem escolhas mais saudáveis", acrescentou.
A indústria de bebidas alcoólicas afirmou que está aberta à ideia de indicar as calorias nos rótulos, mas acrescentou que acredita ser mais importante indicar o teor alcoólico.
A Grã-Bretanha é apontada como um dos países com maior número de obesos do mundo. Cerca de um quarto da população adulta britânica está classificada como obesa.
Leia mais: Estudo indica aumento de consumo de álcool em dias de exercícios

Leis europeias

De acordo com as leis da União Europeia, as bebidas alcoólicas não precisam ter em seus rótulos o número de calorias.
Mas a Comissão Europeia já está pensando em colocar esta informação nos rótulos de bebidas também.
Na Grã-Bretanha, a pesquisa da Sociedade Real para Saúde Pública sugere que a medida seria aprovada pelo público, que, em sua maioria, desconhece estes dados.
"É surpreendente, cerca de 80% dos adultos não sabem qual o número de calorias que está bebendo, e se eles acham que sabem, eles totalmente subestimam (as calorias ingeridas)", disse à BBC Shirley Cramer, presidente da organização.
Para Cramer a indicação das caloriaspode ajudar a reduzir a obesidade e o consumo de bebidas alcoólicas.
A sociedade realizou uma pequena experiência em um bar e observou que as pessoas que eram alertadas sobre o número de calorias nas bebidas consumiram 400 calorias a menos durante o tempo em que ficaram no bar.
Estimativas sugerem que 10% das calorias ingeridas por adultos têm sua origem em bebidas alcoólicas.
O Portman Group, que representa os fabricantes de bebidas alcoólicas na Grã-Bretanha, afirmou que pensa "seriamente" nas consequências da bebida para a saúde e já fornece informações de calorias em um website, o Drinkaware.
"Produtores de bebidas podem ter um papel importante na informação e educação dos consumidores e estão abertos a mais discussões sobre informações de calorias. Mas, é essencial que o teor alcoólico, e não as calorias, devam primeiramente informar o consumidor em sua decisão", afirmou o grupo em uma declaração.
"É preciso fazer muito mais para conscientizar a respeito dos conteúdos e dos danos que podem ser causados pelas bebidas alcoólicas", disse Jackie Ballard, diretora da organização de caridade britânica Alcohol Concern.
"Você entra em qualquer loja e as calorias, quantidade de gordura, açúcar e muito mais estão atrás dos pacotes de alimentos e não vemos porque deveria ser diferente com as bebidas", acrescentou.

 https://brasil123.com.br/gengibre-emagrece-para-que-serve-e-como-usar/